O velho cansaço
de um homem
já velho.
terça-feira, 11 de março de 2014
A quem eu amo.
"Escorregar meus dedos em tua face macia e única e sentir o conforto que preciso.
Sou agraciada contemplando teus olhos de cores únicas.
Me sinto torpe tocando teus lábios de sabores diversos e de uma intensidade indescritível.
Quero dançar contigo e deitar do teu lado amando os detalhes da vida.
Somos nós dois amantes da minuciosidade, e é na delicadeza desse amor que vou sentir e te fazer feliz. Eu prometo."
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
A flor não mais floresce
Do mesmo jeito que a morena não vem.
Tão grande e incerto meu sentimento
Tão forte e belo teu sorriso.
Boa tarde, saudade.
Saudade.
Outra vez, você.
Já não pertenço a você
Você já não pertence mais a mim.
Verdade.
Verdade, nossa verdade.
É quase certo que a morena a mim não voltara.
30/07/2013.
Do mesmo jeito que a morena não vem.
Tão grande e incerto meu sentimento
Tão forte e belo teu sorriso.
Boa tarde, saudade.
Saudade.
Outra vez, você.
Já não pertenço a você
Você já não pertence mais a mim.
Verdade.
Verdade, nossa verdade.
É quase certo que a morena a mim não voltara.
30/07/2013.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Do meu próprio retrato
O reflexo sem nexo
do corpo nu e febril.
Das mãos rústicas e dos olhos fundos
demarcados de cansaço,
Esse é meu reflexo.
Que ao invés de sentir e apreciar ao espelho,
lamento em meu próprio retrato.
Do resto de homem que me tornei
Da rotina maquinal - matinal
a qual me condicionei
Do riso que não dei a criança em que me vi
Do gosto amargo de todos os dias.
Olho essa expressão triste,
que finjo não ser minha.
Discuto comigo e logo concordo,
Sentado sobre as mãos, choro.
Do meu próprio retrato.
do corpo nu e febril.
Das mãos rústicas e dos olhos fundos
demarcados de cansaço,
Esse é meu reflexo.
Que ao invés de sentir e apreciar ao espelho,
lamento em meu próprio retrato.
Do resto de homem que me tornei
Da rotina maquinal - matinal
a qual me condicionei
Do riso que não dei a criança em que me vi
Do gosto amargo de todos os dias.
Olho essa expressão triste,
que finjo não ser minha.
Discuto comigo e logo concordo,
Sentado sobre as mãos, choro.
Do meu próprio retrato.
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